As esperanças
As viagens
Os cheiros do mosto no Dão e no Douro
Os silêncios de S. Pedro de Moel
Os Verões tardios e absolutamente calmos do Algarve
E partidas, sentidas, sem retorno. Quanta saudade, L…
Por tantas imagens, tantos cheiros e tantos e tão fortes afectos, Outubro é o meu mês.
E é a inauguração anual cá em casa dos fins de tarde com crepes de chocolate caseirinhos e chá de frutos silvestres. Pequenos rituais outonais. Mas que nos situam. E nos confortam. E nos amansam, também…
(L, escrevo estas linhas contigo ao meu lado. Foi em Outubro que nos cruzámos. Uma amizade profundamente sentida até ao último minuto que suou num trágico dia de chuva em Outubro, anos mais tarde. E, tanto tempo depois, ainda não acredito… que não me ouvirás mais… que não lerás estas linhas… e contudo, estás ao meu lado…)
24 comentários:
O que se pode guardar de bonito de um Outubro, de vários Outubros...
Já para mim Outubro é muito cinzento, quase noite escura...
Um beijo
Um post do passado com tantas memórias e do futuro com esta música. E mais viagens, com certeza:)
Abraço
Misé
Outubro é o meu mês. Escolheu-me para me dar vida. Se pudesse ter sido eu a escolher, talvez preferisse Maio.Outubro nunca me trouxe boas recordações.
Maria
São as nossas vivências que aclaram certos meses mais sombrios ou escurecem os meses de sol intenso. Mas desejo-te um claro mês de outubro.:)
Beijinhos grandes
Misé
Mais viagens, sim (de todas as maneiras e feitios). A próxima, efectiva, já nos próximos dias, felizmente, que já estou em pulgas. E nunca mais é 6ª...A ver se entro neste Outubro a voar, já que saio de Setembro em carrinho de mão:))
Obrigado pela visita.
Abraço
Já não preciso do teu mail escarrapachado no perfil. Só confirmei com estas tuas aventuras. Agora tu não estás curiosa? Olha que entravas em Outubro cá com uma surpresa.
Carlos Barbosa de Oliveira
Então andamos trocados, que eu sou colheita de Maio!:)Que é um lindo mês, também (já se começam a notar as noites maiores e isso tem cá um efeito em mim...). De Outubro também tenho amargas recordações. Mas, acima de tudo, são fortes as minhas vivências deste mês (independentementes de serem boas ou não) - fortes, mesmo.
Abraço
sabes, durante os primeiros anos de adulto, olhava para Outubro como um mês terrível...
quebrava-se muita da magia de Verão, os namoros eram interrompidos (ficavam enterrados na areia...), etc.
depois tornou-se um mês igual aos outros, com coisas bonitas e outras menos, porque nem sempre nos apetece andar à chuva...
bjs Lúcia
Pois é , Luis, quase nunca nos apetece andar à chuva. e agora que falas nisso, lembrei que muitos dos meus Outubros foram à chuva. Mesmo os Outubros destas aventuras. Só lembrava algumas chuvas...
Beijinhos
Lúcia
Outubro, que muito, muito prezo, traz muitas bênçãos, muitas, a esta rapariga, que merece, como todos nós, ser feliz! Boa viagem. Te deseja o amigo escorpião.
Eduardo.
Beijo.
EA
Tu fintas marota: não perdeste a mania 'garina, chavala':)? (tou a brincar, hein?)- Vá lá.
Aqui a rapariga agradece as tuas palavras, Eduardo. Sabes que te desejo o mesmo.
Beijinhos (olha, só não rujo meigamente porque ando a modos que rouca desde Sábado. Ouvi uns boatos sobre gripe das aves... num sei que será:)))))
Carlos Anónimo
Qualquer outro comentário que faça neste blogue será apagado. E só não coloco restrição a anónimos porque há muito boa gente que aqui vem de coração aberto. Não é o seu caso, como já se viu. Se me conhece, denuncie-se. Caso contrário - darei, pela primeira vez, uso ao caldeirinho do lixo que aparece ao fim de cada mensagem sempre que tenho sessão aberta. Mas, diplomaticamente, mandei aviso de recepção.
O meu mês, com tudo o que ele carrega: quatro nascimentos e uma "partida". Mas tens razão, quero é viver, com saudades, porque não?
Abreijo.
Salvoconduto
Tens quase tanto quanto eu: muitos nascimentos de muitas coisas e uma partida violenta. Mas continuo querer viver, sim. Muito. Ainda que as saudades, por vezes, sejam chagas abertas. Não se fecham um dia? Viver para saber.
Beijinhos
Todos temos "outubros" na nossa vida; mas é bom quando sabemos que os ausentes, mesmo que invisiveis estão sempre presentes.
Feliz dia...
Violeta
... Sempre presentes. Sempre. Ainda que docemente, por vezes. Ainda que dolorosamente, noutras. Ainda que mais não seja, presentes no nosso coração.
Beijinhos
Minha querida Lúcia, que este Outubro te seja muito, muito bom.
E as amizades verdadeiras, essas , nunca esmorecem...
Beijinhos.
São
Desejo-te o mesmo, amiga. Acima de tudo, que seja um Outubro calmo e bonito.
As amizades profundas são eternas. Nunca esmorecem, não.
Beijinhos
Lúcia, mostrou um pedacinho da sua "alma" bonita, gostei muito.obrigada.
e gosto do Outono...
e também acredito na presença dos ausentes queridos.
e gosto de vir aqui.
no fim-de-semana voltarei com mais tempo, tenho tido uns dias CHEIOS de trabalho e à noite, estou demasiado cansada para vir aqui... sorry!
bom resto de semana
um sorriso :)
mariam
Obrigado Mariam, pelo o que diz. De facto este post é um pouco pessoal Hesitei em publicar. Mas é o meu blogue, certo?:))
E já lhe disse que aqui não há relógio de ponto. As pessoas aparecem quando podem. Eu faço o mesmo:))
Beijinhos
Lúcia,
Linda esta partilha de um "bocadinho de si", pedaços de uma vida em imagens.
Deixa-nos mais próximas...
Tudo de bom.
Beijo grande,
Caçadora de Emoções
Como já disse numa reposta, hesitei em colocar este post. Ainda bem que gostou.
Beijinhos e bom fim de semana.
Cara Lúcia:
Fico assombrada com a quantidade de coincidências que temos em nossas vidas paralelas.
Sem te conhecer de nenhum lado tenho em comum contigo várias coisas.
E agora, a mais recente, este "peso" do mês de Outubro na nossa vida, e o peso das suas inúmeras lembranças (duas ou três muito boas e uma mesmo muito má!).
Que coisa estranha, esta coincidência.
beijinhos
Caríssima Sal
Até geograficamente, não estaremos muito longe. Ou teremos estado, até, mais perto, no passado. Há uma foto que falta aqui: de uma placa que diz Travessas das Escadinhas da Sé - uma tranversal colada à rua Direita em Viseu, e que marcou a minha "idependência parental". Fazia peredes meias com o Orfeão de Viseu e, à custa disso, em dias de ensaio, tinha música até às tantas.
Temos mesmo que ir às enguias, mulher.
Beijinhos
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