domingo, 12 de julho de 2009

Carta



Esta canção não é mais que mais uma canção
Quem dera fosse uma declaração de amor
Romântica, sem procurar a justa forma
Do que lhe vem de forma assim tão caudalosa
Te amo,
te amo,
eternamente te amo

Se me faltares, nem por isso eu morro
Se é pra morrer, quero morrer contigo
Minha solidão se sente acompanhada
Por isso às vezes sei que necessito
Teu colo,
teu colo,
eternamente teu colo


Quando te vi, eu bem que estava certo
De que me sentiria descoberto
A minha pele vais despindo aos poucos
Me abres o peito quando me acumulas
De amores,
de amores,
eternamente de amores


Se alguma vez me sinto derrotado
Eu abro mão do sol de cada dia
Rezando o credo que tu me ensinaste
Olho teu rosto e digo à ventania
Iolanda, Iolanda, eternamente Iolanda

Pablo Milanés

7 comentários:

Maria disse...

Isto é tão lindo...
Obrigada.

Beijo

utopia das palavras disse...

Eternamente...Bela!

Gosto tanto (dele)!

beijinho

Unknown disse...

Lindo e perfumado.

Justine disse...

Eternamente...perfeito!
Obrigada

Pitanga Doce disse...

Chico Buarque também gravou quando eu ainda era uma menina. Faz pouco tempo...

leal maria disse...

Tens que ouvir esta canção no castelhano do Pablo Milanes... espectacular! Procura no youtube!
Obrigado pela visita! : )
Quanto à minha sensibilidade... sou um impostor!! Limito-me a jogos de palavras!

LuNAS. disse...

Amigos:
É das coisinhas mais bonitas que se fizeram, sim. Gosto muito.
Pitanga: Conheço a versão do Chico Buarque (essa, recente:))). E tem uma com parceria com a Bethânia, se não me engano (ou com a Simone). Mas gosto mais desta. Beijito

Leal Maria
Sê bem-vindo. O Pablo criou esta pérola e canta-a divinamente. Mas, pessoalmente,de todas as versões maravilhosas desta música, a do Ney é a que mais gosto. Manias...:)

...e todos os impostores fossem assim. Vivam as palavras!:)

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