Realmente, deveria valorizar-se, superiorizar-se, o laço afectivo, ou de amor, ou criativo, relativamente ao laço biológico, por vezes quase só reprodutor, depois às vezes abandonador e não visitador, mas por fim, com certa frequência, reivindicador da posse da criança, às vezes criança já bem crescida, com capacidade para compreender, sentir e chorar, revoltar-se até, com a sua tão fácil e tão incompreendida entrega a uma biológica mãe (ou pai) desconhecida da criança, sem esta nada ser ouvida e contra cujo acto a alma lhe chora indefesa perante a autoridade da lei e de quem tão friamente decide a quase ou mesmo brutal entrega, para deixar para trás o amor de quem a criou como mãe de coração. Um beijo amistoso.
A minha vida profissional foi toda ela centrada em Educação : por aí imaginarás o que sinto... E vias ficar só pela imaginação, porque não tenho (aliás, nunca tive) palavras suficientes para exprimir a dor e a raiva que decisões destas me provocam!! Um grande abraço.
8 comentários:
É. Há a família biológica e a família do amor. So esta interessa. Concordo contigo.Bj
É. Há a família biológica e a família do amor. So esta interessa. Concordo contigo.Bj
Tudo é feito no superior interesse da criança. :(
Versão actualizada do caso Esmeralda, com direito a internacionalização. Bem dizia o nosso PM que era preciso diversificar as exportações
Como sempre acontece estão-se borrifando para o interesse da criança. E haverá alguém orgulhoso que dirá triunfalmente: !aplicou-se a justiça!"...
Abreijos
Realmente, deveria valorizar-se, superiorizar-se, o laço afectivo, ou de amor, ou criativo, relativamente ao laço biológico, por vezes quase só reprodutor, depois às vezes abandonador e não visitador, mas por fim, com certa frequência, reivindicador da posse da criança, às vezes criança já bem crescida, com capacidade para compreender, sentir e chorar, revoltar-se até, com a sua tão fácil e tão incompreendida entrega a uma biológica mãe (ou pai) desconhecida da criança, sem esta nada ser ouvida e contra cujo acto a alma lhe chora indefesa perante a autoridade da lei e de quem tão friamente decide a quase ou mesmo brutal entrega, para deixar para trás o amor de quem a criou como mãe de coração.
Um beijo amistoso.
Mírtilo
O tempo dirá, ou não, as marcas desta história e o preço da factura a pagar...
A minha vida profissional foi toda ela centrada em Educação : por aí imaginarás o que sinto...
E vias ficar só pela imaginação, porque não tenho (aliás, nunca tive) palavras suficientes para exprimir a dor e a raiva que decisões destas me provocam!!
Um grande abraço.
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