sexta-feira, 27 de março de 2009

Papoilas 2009

Prometi que traria as primeiras papoilas desabrochadas nesta Primavera. Ei-las!
O poema? Do amigo do Eduardo anfitrião do blogue À Beira de Água




Papoila nossa, sangue, dor,
derramado na planura!
Que sejas hoje só amor,
flor do perdão e da ternura!


Mas atenção, diz a papoila:
sempre que volte a exploração
sou a flor do amor, sim,
sou a flor da revolução

8 comentários:

Fernando K. Montenegro disse...

Tenho dificuldades em comentar poesia, às vezes até, por receio de "desrespeitar" o poeta.

Bonitas palavras. É o que deixo.

As imagens falam por si...

Anónimo disse...

Cantar alentejano.

Justine disse...

Também já as vi hoje, no passeio matinal pelos campos. Só não tinham poema:))

LuNAS. disse...

Um post feito a 4 mãos :)

beijito, Lorenzo

Antuã
Nem sabes como acertaste na mouche! A tua frase traduz o que está nas imagens e nas palavras mas em marca d'água:)

Justine
:) Nem sempre há um poeta à mão, para as cantar!

mariam [Maria Martins] disse...

Lúcia,
que LINDAS! OBRIGADA. adoro flores campestres.
as palavras são lindas também!

um abraço e... sorry minhas ausências...
sorrisos :)
mariam

utopia das palavras disse...

Também flor da revolução, sim!!!

E um poema lindo do meu amigo Eduardo!

Beijinho aos dois!

duarte disse...

toca a semear papoilas!
bonito...
abraço(com a net r€duzida)

LuNAS. disse...

Mariam
Bons olhos te vejam:)
Sei que gostas de flores campestres. Também. Aproveitemos o tempo delas:)

Beijinhos

Utopia
O Eduardo descreveu bem as fotos, não foi?:)

Beijinhos

Duarte
Semear, colher, senti-las...

Abraço da serra

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