O poema? Do amigo do Eduardo anfitrião do blogue À Beira de Água


Papoila nossa, sangue, dor,
derramado na planura!
Que sejas hoje só amor,
flor do perdão e da ternura!
Mas atenção, diz a papoila:
sempre que volte a exploração
sou a flor do amor, sim,
sou a flor da revolução
8 comentários:
Tenho dificuldades em comentar poesia, às vezes até, por receio de "desrespeitar" o poeta.
Bonitas palavras. É o que deixo.
As imagens falam por si...
Cantar alentejano.
Também já as vi hoje, no passeio matinal pelos campos. Só não tinham poema:))
Um post feito a 4 mãos :)
beijito, Lorenzo
Antuã
Nem sabes como acertaste na mouche! A tua frase traduz o que está nas imagens e nas palavras mas em marca d'água:)
Justine
:) Nem sempre há um poeta à mão, para as cantar!
Lúcia,
que LINDAS! OBRIGADA. adoro flores campestres.
as palavras são lindas também!
um abraço e... sorry minhas ausências...
sorrisos :)
mariam
Também flor da revolução, sim!!!
E um poema lindo do meu amigo Eduardo!
Beijinho aos dois!
toca a semear papoilas!
bonito...
abraço(com a net r€duzida)
Mariam
Bons olhos te vejam:)
Sei que gostas de flores campestres. Também. Aproveitemos o tempo delas:)
Beijinhos
Utopia
O Eduardo descreveu bem as fotos, não foi?:)
Beijinhos
Duarte
Semear, colher, senti-las...
Abraço da serra
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