segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Libera me

Livrai-me, Senhor,
De tudo o que for
Vazio de amor.

Que nunca me espere
Quem bem me não quer
(Homem ou mulher).

Livrai-me também
De quem me detém
E graça não tem,

E mais de quem não
Possui nem um grão
De imaginação.


Carlos Queiroz

9 comentários:

Anónimo disse...

Bonito poema. E oração.
Beijinhos.
Eduardo

Anónimo disse...

Um poema calmo, para fim de tarde...

Beijinho, Lúcia

Anónimo disse...

Livrai-me, das filas do continente...

Abreijo

Anónimo disse...

Eduardo.
Para mim são, acima de tudo,os meus desejos.
Beijos

É isso, Maria. Serenar é preciso.
Beijinhos

Ai Salvoconduto, ou vieste de lá ou vais para lá. Como te entendo! Aí está como se me estraga um bocado do dia: às compras!
Beijos

Anónimo disse...

Amén! (sem ironia)

Abreijos

Anónimo disse...

Ó Samuel, sabes que era esse o título que queria dar ao post?
Mas lá pensei melhor...:)
Beijos

Anónimo disse...

Assim seja, que é para não dizer amén...
bjs

Anónimo disse...

Assim seja!!
Muito feliz semana, linda.

Anónimo disse...

Pronto, Sal, rendo-me: Amén!:)
Beijinhos

São - vale a pena a vida assim, não é?
Óptima semana para ti.
Beijinhos

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